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Encontro anual junta goeses beirenses

Realiza-se no próximo dia 20 de Maio o VI Encontro dos Beirenses, reunindo goeses oriundos ou com laços de amizade com a cidade da Beira e Moçambique. Esperam-se quatro centenas de pessoas para recordar tempos passados e sortear uma viagem para Goa.

Estes convívios iniciaram-se há cerca de seis anos atrás, por iniciativa de um grupo de goeses oriundos da Beira/Moçambique. Apesar de serem uma iniciativa de pessoas que residiram na ex-colónia, foi sendo alargado a familiares, amigos e a todos os goeses e seus descendentes que residem em Portugal.

Enquanto que nos últimos anos estiveram mais de 300 pessoas, este ano, segundo declarações de Reinaldo Sá (um dos coordenadores do evento) esperam-se “cerca de 400 pessoas” e deverá ultrapassar assim as expectativas da comissão de festas.

O encontro realiza-se na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro e o extenso programa inclui aperitivos, um vasto jantar e uma ceia, para além de música ao vivo e som de discoteca, a oferta de uma lembrança a todos os presentes, bem como animação diversa.

Sorteio de viagem para Goa

O prato forte será, no entanto, o sorteio de uma viagem aérea ida e volta para Goa (sem taxas aéreas), uma oferta com o apoio da Agência de Viagens Sagres. O evento conta também com o apoio do restaurante Sabores de Goa (Anjos, Lisboa) e do Café Oriental (Amadora).

As inscrições estão abertas até finais deste mês, a preços de 35 Euros (adultos), 28 Euros (estudantes) e 16 Euros (crianças dos 6 aos 10 anos de idade). Após 1 de Maio, acresce uma taxa de três Euros.

Laços antigos e divisões novas

Assim, estes convívios são motivos de reencontros de pessoas que não se vêem ha algum tempo devido ao seu dia a dia em Portugal, e servem para relembrar o passado em Moçambique.

Reinaldo Sá lembra ao Supergoa.com que “a ideia surgiu por parte de um grupo que relembra os bons tempos passados nas associações goesas existentes na altura, em que as pessoas se encontravam com alguma facilidade e com frequência, o que hoje dificilmente acontece em Portugal”.

Recorda, por exemplo, clubes como CRIP-Centro Recreativo Indo Português, o Centro Recreativo Operários Goeses e o Gabinete de Leitura

Inquirido sobre os maiores desafios que encontra entre a comunidade goesa, refere que “é a divisão que continua a suceder em Portugal, já com vários clubes e associações que, em vez de se unirem, dividem a comunidade goesa”.

 

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