· Página inicial
· Sondagens
· Galeria de Imagens
· Ligações na Internet
· Notícias
· Crónicas
· Recortes de Imprensa
· Pesquisar
· Arquivo
· Registe-se!
· Entrada
· Fóruns de discussão
· Dossier Goa 1961
· Cronologia
· Goa Dourada
· Os Bispos de Goa
· Os Governadores de Goa
· São Francisco Xavier
· Fortes de Goa
· Calendário
· Nesta semana...
· Pesquisar Eventos
· Introdução
· "Goa Gil"
· Agenda
· Fórum de discussão
· Galeria de Imagens
· Ligações na Internet
 |
 |
Forte Chaporá
O forte de Chaporá
situa-se no concelho de Bradez, no extremo norte, na
costa. Situado no alto de um monte rodeado pelas
localidades de Siolim e Vagator, foi de grande
importância estratégica devido à sua localização
costeira que controla igualmente a foz do Rio Chaporá.
Está hoje em razoáveis condições e é muito
frequentado pelos turistas que vêm aqui repousar e
meditar após as festas trance nas praias. Um pequeno
caminho leva à sua entrada que se faz pelo lado leste.
No interior encontram-se também alguns túmulos
muçulmanos que se presumem ser pré - portugueses.
História
Este forte tinha sido originalmente construído pelo
Adil Shah de Bijapur. Isto explica também a origem do
nome (Shahpura - cidade do Shah). A actual construção
é dos portugueses, datada de 1617. Com o propósito de
albergar a população de Bardez dos ataques norteiros
dos Maratas servia também para defender o vasto
estuário do rio Chaporá. Com os seus baluartes
octagonais e paredes bem sólidas este forte tem
semelhanças com o de Aguada ou de Cabo de Rama.
A história do forte conta com duas
capitulações portuguesas. A primeira em 1684, quando o
capitão português se rendeu às tropas maratas
lideradas por Sambhaji. Com o recuo dos maratas, os
portugueses reconstruíram o forte em 1717, com túneis
que ligavam o interior do forte à praia. Contudo em 1739
o forte foi mais uma vez capturado pelos maratas e Bardez
ocupada por estes. Em 1741, os portugueses voltaram a
instalar-se definitivamente no forte e só em 1895 este
foi abandonado, devido à sua perda de importância com a
adição das Novas Conquistas para o domínio português
e a consequente deslocação da fronteira para norte.
|
|
 |
|
|